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Esta semana em 'Espelho d'Àgua', Rita apanhada numa rede de tráfico de crianças

Resumo semanal de 7 a 13 de julho da novela da SIC.

ana antonio bento

A irmã Madalena fica muito atrapalhada quando Vasco a entrevista e lhe diz que a organização humanitária com quem ela colabora promove adoções ilegais com documentos falsos. Aflita, a freira fala com Rita, que pede explicações a Patrícia decide não entregar Samir a nenhuma família e exige saber onde está Aysha. Entretanto, Vasco vai à mercearia confrontar Patrícia e esta expulsa-o. Romão procura Rita no barco e fala-lhe sobre as adoções ilegais que está a investigar. O inspetor mostra-lhe os ficheiros das crianças adotadas ilegalmente e alerta-a para o facto de as amigas poderem estar envolvidas. Mais tarde, Patrícia é interrogada e afirma que apenas quis salvar o maior número de crianças possível, frisando que a Irmã Madalena não sabia das adoções ilegais.

Mário morre num acidente
Sofia entrega a Horácio o número de telefone que Mário anotou e que pertence a um homem que lhe quer alugar o quarto que ele tem disponível. Entretanto, recebe uma chamada no telemóvel e depois de perceber que não é o marido que lhe está a ligar, fica muito perturbada e sai do restaurante à pressa. Matilde protesta por ficar sozinha.
Ao mesmo tempo, Mário é assistido algures numa estrada, depois de sofrer um violento acidente de automóvel. Os paramédicos fazem tudo o que podem para o reanimar, mas as manobras não resultam e Mário acaba por morrer.

Madalena é afastada da Instituição
A investigação sobre o tráfico de crianças avança e Madalena é interrogada. A freira é obrigada a deixar a instituição, e Rita fica em lágrimas ao vê-la partir. Madalena despede-se das crianças e fica muto comovida por deixá-las.

Sara tem de fechar a fábrica
Com as contas congeladas, Sara fica numa situação complicada e só o negócio do empreendimento de luxo a pode salvar. Contudo, a empresária tem más notícias quando descobre que não pode vender os terrenos. Tudo piora quando os frigoríficos da Faina Norte avariam e, sem dinheiro para os reparar, Sara é obrigada a encerrar temporariariamente a fábrica.