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Matilde Serrão, a Catarina de 'Paixão', conta como é ser uma estrela

É a primeira vez que integra o elenco fixo de uma novela portuguesa, mas a pequena atriz já conta com vários projetos em televisão... e também no cinema!

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Paulo Jorge Figueiredo

Há um novo talento na televisão. Aos 10 anos, Matilde Serrão é a mais recente estrela da ficção da SIC. Na novela “Paixão”, interpreta a carinhosa Catarina, filha dos protagonistas Luísa (Margarida Vila-Nova) e Miguel (Albano Jerónimo).


De onde vem o gosto pela representação?
Fui acompanhar o meu irmão a um casting e lá perguntaram se eu queria também fazê-lo. Fiz e fui escolhida para um projeto. Desde aí, tenho feito vários castings.


Como é que estão a correr as gravações de “Paixão”?
Estão a correr muito bem e estou a adorar a experiência. Está a ser muito divertido trabalhar ao lado dos outros atores.


Intimida-te o facto de estares a contracenar com grandes nomes da representação?
É um privilégio! A Margarida [Vila-Nova], o Albano [Jerónimo] e o Marco [Delgado] são excelentes atores e estão sempre a dar conselhos aos mais pequeninhos no elenco. Eles ajudam-nos bastante nas cenas mais difíceis.


Que conselhos é que costumam dar?
Antes de gravarmos, eles passam o texto comigo e dizem como é que devo fazer a cena.


Está a ser fácil conciliar as gravações com a escola?
Sim! Quando não estou a gravar e existem duas ou mais cenas de intervalo, aproveito para estudar ou fazer os trabalhos de casa.


Existem semelhanças entre ti e a Catarina?
Somos as duas simpáticas. Ela gosta de estudar e de andar de patins, tal como eu.


E tu, como é que te descreves?
Sou amiga dos meus amigos. Quando eles me contam um segredo, eu não digo a ninguém e guardo para mim! Às vezes, tenho mau feitio [risos].


Tens sido muito abordada na rua?
As pessoas perguntam-me se sou a menina da novela e eu digo que sim.


Antes de “Paixão”, protagonizaste o filme “Jacinta”. Como correu?
Foi muito divertido! Gostei imenso de contracenar com a Dalila Carmo, que era a minha mãe, e o António Pedro Cerdeira, que era o meu pai. Ele é muito divertido! Faz imensas partidas aos atores.


Gostas de ver-te no pequeno ecrã?
No caso de “Jacinta”, fez-me confusão ver a minha cara num ecrã gigante. Em televisão, também não gosto de me ver mas sigo os outros atores, que têm muita mais experiência.


Queres continuar a ser atriz no futuro?
Quero apostar na formação e, depois de “Paixão”, gostava de fazer outra novela.


Desta vez, contracenavas com quem?
Gosto muito do Lourenço Ortigão, da Rita Pereira e da Kelly Bailey. Conheci-os quando participei em “A Única Mulher”, da TVI. Gostava também de fazer uma novela com o Bruno Cabrerizo, mas ele agora está a trabalhar no Brasil.

Paulo Jorge Figueiredo