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Em 'Paixão': Luísa é esfaqueada para salvar Miguel

Devia ser um dia de celebração, mas o aniversário de Catarina transforma-se num pesadelo, com Luísa a ficar às portas da morte, vítima do ódio de Helena.

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Após tantos anos longe um do outro, Luísa e Miguel vivem finalmente o seu sonho ao festejarem pela primeira vez juntos o aniversário de Catarina, fruto de um amor que nunca se apagou. Contudo, aquele que deveria ser um dia feliz e de celebração acaba por transformar-se no pior pesadelo desta família. E a culpa, mais uma vez, é de Helena, que, apesar de ter regressado à África do Sul, escorraçada por Miguel e Maria Paula, não esquece o ex-marido nem perdoa a rival por lho ter roubado. Aquilo que parecia ser um amor verdadeiro não passou, afinal, de uma obsessão doentia e a vilã não descansa enquanto não concretizar aquilo que prometeu a Miguel quando o viu nos braços de Luísa: “Se não és meu, não serás de ninguém!”. Enlouquecida pelos ciúmes, a cúmplice de Zé vai arquitetar uma forma de se vingar e de acabar com a vida do antigo marido.


Morte “encomendada”
Ela sabe que Miguel assassinou um homem na prisão, apesar de o ter feito em legítima defesa. E será esse o seu trunfo. Maquiavélica, ela vai à procura do filho de Mateus, o tal criminoso eliminado na cadeia, e conta-lhe tudo, revelando a identidade do homem que lhe matou o pai e dizendo--lhe onde ele vive agora. César nem quer acreditar no que ouve e, deixando-se manipular por ela, jura vingança, decidido a acabar com Miguel. E é assim que o pesadelo começa...


Momentos de terror
Justamente quando Miguel e Luísa preparam a festa de aniversário da filha, no meio da confusão, o assassino esconde-se para levar a cabo a sua sangrenta missão. Precisamente no momento em que os convidados cantam os “Parabéns” à menina em redor de um lindo bolo, com os orgulhosos pais de cada lado, Luísa lembra-se de ir buscar a máquina fotográfica. Quando lhe pega, repara que um dos empregados, ao contrário de todos os outros, usa ténis em vez de sapatos. É César, que pousa a bandeja e, disfarçadamente, retira uma faca do interior do colete. Aterrorizada, a empresária vê-o avançar rapidamente em direção a Miguel, sem que ninguém se aperceba. “Miguel! Miguel!”, grita ela, em pânico, mas ninguém a ouve, abafada pelas palmas. Quando César chega perto do pai de Catarina e se prepara para lhe espetar a faca nas costas, Luísa atravessa-se à sua frente, protegendo o amado e acabando por levar ela a facada. César sai furtivamente, enquanto a empresária tomba, agarrando-se ao namorado. Sem se aperceber do que se passa, Miguel pensa que Luísa o está a abraçar. Porém, ao senti-la cair, vira-se para a agarrar e vê que as suas mãos estão manchadas pelo sangue que lhe escorre pelo corpo.


“Não feches os olhos!”
Em pânico, ele começa a chorar, vendo-a ficar cada vez mais fraca: “Luísa, fala comigo!”. O ambiente é de pânico e caos. Tomás protege a sobrinha, que chora, impressionada por ver a mãe naquele estado.
“Ajudem! Alguém ajude!”, grita o ecologista, “Luísa, não feches os olhos. Olha para mim!”, grita Miguel, em lágrimas. A seu lado, Júlia chora, de rastos, tentando manter a irmã acordada. Ouve-se a voz de Luísa: “Meu único amor... chegou a tua vez de cuidares do nosso maior tesouro, da nossa filha”. Nesse momento, ela perde todas as forças e fecha os olhos, inanimada. A consternação é total, com toda a gente presente em completo pânico.