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Em breve em 'Paixão': Ana Rita quase morre ao ter o bebé de Afonso

A rapariga vive momentos de pânico quando, num passeio pela floresta sozinha, entra em trabalho de parto e Afonso, drogado, não a consegue ajudar.

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(c).RuiCarlosMateus.1954

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Victor Freitas\302\251

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Paula Barroso

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Nem mesmo o amor a Ana Rita vai conseguir salvar Afonso. Depois de ele lhe contar como Sofia morreu, os dois decidem fugir da herdade e, para desespero de Isabel, desaparecem sem deixar rasto. Só João sabe a razão por que o filho partiu e, atormentado pelos remorsos, continua a enviar-lhe dinheiro.
A viver na miséria
Longe de casa, Afonso e Ana Rita não vivem, contudo, dias de grande felicidade. A jovem está grávida e o amado continua envolvido com as drogas, incapaz de tomar conta dela. Para piorar as coisas, todos os meses manda para trás o dinheiro que João lhe envia. Desesperada com a vida miserável que levam num bairro social, e sem saber como irá criar o bebé, Ana Rita tenta chamar o namorado à razão. Como sempre, ele promete que vai deixar o vício, mas nunca o faz. Cansada de promessas vãs e a pensar no filho, a jovem decide voltar à herdade e revelar à família que vão ter uma neta, pedindo-lhes ajuda. Ao vê-la, Isabel emociona-se e promete tomar conta dela e da bebé, sendo a única feliz com regresso de Ana Rita.
Família não a quer ajudar
Afonso vai atrás dela e a família convence-o a ficar na herdade até ao nascimento da menina. Já no final da gravidez, Ana Rita continua a sofrer com o estado do amado e, após uma discussão, sai de casa, furiosa, decidindo dar um passeio até à cascata onde chegou a ir com Afonso. Quando ali está, começa a sentir dores fortes e contrações. Em pânico, telefona ao amado que, completamente drogado, não percebe o que se passa. “Como vai nascer?!”, pergunta. “Não consigo ir para casa... Vem buscar-me por favor!” João, que está perto do filho, mete-o no carro. Ambos dirigem-se à cascata, enquanto telefonam a pedir uma ambulância. Quando lá chegam, a jovem chora de dores, já com muitas contrações e a respirar com dificuldade. “Vai nascer! João, o que é que faço?” Afonso chora, sentindo-se um inútil. João manda-o buscar uma manta ao carro e dá instruções à “nora”: “Se bem me lembro do parto dos meus filhos, fazes força a cada contração”. Emocionado, coloca a manta que o filho lhe entrega debaixo da jovem que, numa poça de sangue perante uma contração mais forte, grita e faz força, No meio do mato, sem condições, colocando a sua vida e a da filha em risco, acaba por dar à luz a menina, ficando sem forças depois de tanto sofrimento. João comove-se ao vê-la com a bebé ao colo, exausta, enquanto Afonso as olha com ternura.