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Ângelo Torres soma sucessos: em Portugal para ficar

Já lá vão três anos desde que “caiu no goto” dos portugueses. Apaixonado pelo País, o ator originário da Guiné mostra-se grato pelas oportunidades.

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Formou-se em Engenharia em Cuba, mas foi na representação que encontrou a sua vocação. De pedra e cal em Portugal, Ângelo Torres tem vindo a cimentar uma carreira de sucesso que começou por cá com a participação no êxito da TVI, “A Única Mulher”, de 2015, tinha ele já 46 anos. “Não foi tarde. Se aconteceu agora é porque tinha de ser. Se tivesse sido há 20 anos não seria o que sou hoje. Por isso, digo obrigada e continuo a dar o meu melhor”, afirma, explicando que não se ilude em relação ao futuro numa altura em que continua a colaborar regularmente na ficção nacional. “Não me posso queixar”, refere Ângelo, sublinhando que esteve em “três projetos seguidos” e está “à espera de saber se entra na próxima novela”.
Entretanto, prepara-se para protagonizar “um monólogo” e, sempre que lhe é possível, dedica-se a uma das suas muitas facetas: a de contador de histórias. “Agora vou estar uns dias em Montemor-o-Novo. Adoro contar histórias”, confessa, sempre bem-disposto.
Para sempre, Norberto
Sobre o público português, o ator é perentório: “É exigente”. No entanto, garante que continua a ser “muito acarinhado na rua”. “As pessoas são muito simpáticas mas ainda me associam muito ao Norberto Venâncio [de “A Única Mulher”]. Ele caiu-lhes no goto”, afirma orgulhoso mas desejoso que ter entre mãos um desafio “capaz de passar essa personagem para segundo plano. Gostava de ter um papel com a mesma dimensão”, termina, sublinhando: “Se for um vilão parecido vou tentar fazer diferente”.