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Em breve em 'Paixão': Ana Rita é assassinada e Afonso tenta matar-se

A jovem vai ser vítima da loucura de Helena, que a atropela premeditadamente.

A família Galvão parece estar sob uma maldição! Depois de Sofia, morta pelo próprio pai, dos problemas de Afonso com a droga e da morte de João, assassinado pela mulher, vem aí mais uma tragédia. Ana Rita continua a viver em casa de Maria Paula. A jovem explica a Afonso que, apesar de gostar dele, só voltará para ele quando o rapaz fizer uma desintoxicação e se livrar das drogas. Ele sabe que a amada tem razão e aceita o acordo. Por ela e por Margarida, a filha, começa um novo tratamento, decidido a mudar de vida.
Miguel é incriminado
Em casa de Maria Paula, tudo decorre normalmente até que Helena volta a atacar. Ciente de que nunca conseguirá reconquistar Miguel, a vilã decide que, se não o pode ter, Luísa também não o terá e a melhor forma de os separar é mandar novamente o “ex” para a cadeia. A loucura da sul-africana é tanta que nem sente remorsos por tirar a vida a uma inocente. Assim, planeia uma forma de matar Ana Rita e de incriminar Miguel pelo crime. E vai fazê-lo, usando o jipe do ambientalista e montando-lhe uma armadilha com provas forjadas. Dessa forma, conseguirá que a polícia não desconfie dela. E assim faz! Ela atira o carro para cima da jovem e, mais uma vez, o pai de Catarina vai ser acusado de um crime que não cometeu. Maria Paula fica destroçada. Já Afonso não aguenta outro drama e decide acabar com a própria vida...
Afonso destroçado
Antes deste acontecimento, na herdade, o ambiente já é pesado. Desde que soube a verdade sobre Sofia e matou o marido que Isabel vive obcecada com a neta. E não se conforma com o facto de Ana Rita a ter levado para casa da antiga amante de João. De tal forma que tenta convencer Afonso, que entretanto se compromete a ficar sóbrio, a lutar pela custódia de Margarida. O facto de Ana Rita ter mentido no passado e feito passar-se por Sofia será suficiente, segundo Isabel, para convencer o tribunal de que não é uma pessoa séria e capaz de tomar conta de uma criança. O filho, contudo, não lhe dá ouvidos. Ele ama de verdade a jovem e não quer entrar em guerras. Só que a tragédia vai bater-lhe novamente à porta quando souber da morte da amada. Destroçado, ele volta a sucumbir ao vício das drogas e nem a pequena Margarida é capaz de o manter sóbrio. Incapaz de ver uma luz ao fundo do túnel, o irmão de Bé tenta acabar com a própria vida, afogando-se. Será Maria Paula, que no último minuto, o salva, evitando que a bebé fique órfã de pai e mãe.