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Em breve em 'Paixão': Helena manda assassinar Zé

A vilã não perdoa e vai fazê-lo pagar (e bem!) por todos os crimes que cometeu durante anos.

(c).RuiCarlosMateus.1954

Quando a história começou, era Zé quem tinha Helena na mão. Comprou-a, ameaçou-a e torturou-a. E quando já não precisava dela, tentou tirá-la do seu caminho. Mas, já lá diz o ditado, “quem ri por último, ri melhor”. E vai ser ela a dar a última gargalhada! Nos últimos episódios, os dois bandidos têm feito de tudo para se incriminarem, só que a parada está alta demais e Helena é astuta. Ela decide denunciá-lo a Emídio e manipular o barão da droga para fazer o trabalho sujo. Com dois capangas, o traficante ameaça matar Zé caso ele não se entregue à polícia no caso do tráfico de droga [ver página 82]. O vilão sabe que não tem saída e é o que faz, acabando na prisão.
Trabalho encomendado
Só que Helena e Emídio percebem que Zé ainda se pode vingar deles e, se decidir colaborar com a polícia, pode entregá-los e também eles acabam atrás das grades. Maquiavélica, a malvada deixa no ar que o problema tem de ser cortado pela raiz. O traficante percebe e trata de dar o recado ao seu contacto na cadeia. Mauro não perde tempo e, quando percebe que Zé está desesperado para ligar a Alice para saber notícias do filho, encontra aí uma oportunidade perfeita. Dissimulado, oferece-lhe ajuda, dizendo que subornou uns guardas, e leva-o a um telefone. Zé não desconfia que caminha para a morte ordenada por Helena... No corredor, o vilão começa a falar com a irmã de São quando o bandido o apunhala. “Estou? Zé, és tu?”. Ele não consegue falar, mas ainda se vira para Mauro, que lhe espeta a faca mais duas vezes com frieza. Zé perde as forças e cai no chão, ainda vivo. Com o uniforme ensopado em sangue, arrasta-se pelo chão do corredor para escapar ao seu carrasco, mas tem o seu destino marcado.
“Perdoa-me”
É então que, perto da morte, começa a recordar algumas das suas vítimas, como Leonor e Alexandre, assassinados por ele. Vê a imagem de Luísa e, num fio de voz, diz-lhe: “Desculpa. Perdoa-me...”. Já sem forças e a esvair-se em sangue, vê também Helena, que se ri dele. “Morre, Zé. Morre de vez. És tão ridículo. Assassino! Monstro!”. Ele não resiste e dá um último suspiro.