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José Mata: "A minha mãe adora que me reconheçam!"

Aos 32 anos, o ator provou o seu valor com mais um grande papel na novela da SIC. O público já sabe quem ele é e a progenitora não esconde o orgulho.

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Rita Lino

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Jose Oliveira

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Pedro Jorge Melo

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Rita Lino

Já lá vão 14 anos desde que se estreou em “Morangos com Açúcar”, na TVI. Nessa altura, quando o viam na rua, chamavam-lhe Nélson; hoje, quando o abordam já o tratam pelo nome. Aos 32 anos, o ator sente-se realizado e agradece o apoio. “Agora já me chamam Zé Mata, e isso é muito giro porque representa o reconhecimento do meu trabalho e faz-me sentir mais próximo do público”, diz, garantindo que as abordagens dos fãs não o incomodam. “As pessoas às vezes falam comigo [na rua] como se me conhecessem realmente, e a minha mãe diz que é natural porque todos os dias entro na casa delas.” Órfão de pai desde os 12 anos, Teresa, a progenitora, é o seu pilar e a sua maior fã. Não perde as novelas em que o filho participa e está atenta a tudo o que dizem e escrevem sobre ele. “Adora que me reconheçam na rua e diz-me para falar com as pessoas. E nem sequer recorta os artigos que saem nas revistas sobre mim... Guarda-as todas!”, revela, a rir, divertido.
Trabalhar e sofrer
Durante cerca de um ano, José Mata encarnou o sofrido Afonso, um papel que lhe deu muito gozo, mas também lhe trouxe algumas dores de cabeça, como explica. “Foi muito duro e deu trabalho. Estas personagens dão muito gozo fazer, mas entram em nós.” No seu núcleo, a família Galvão, houve mais dramas do que cenas felizes, o que nem sempre é fácil para um ator. “Era o meu papel e tive de o retratar com verdade. Para isso acontecer, temos nós próprios de sofrer um bocadinho...” Ainda assim, garante que se tratou de uma “personagem especial” e que vai levar uma recordação deste Afonso. “Escolhi uma camisa. Não quero levar muita coisa porque quando foi o ‘Amor Maior’, trouxe um colar que lhes tinha custado mais de 200 euros e tive de o devolver!”
O apoio da família
Nos últimos três anos, José Mata não tem parado, com trabalhos em TV, cinema e teatro. Apesar das saudades, a mãe, Teresa, e a namorada, Rita, compreendem. “Já estão habituadas. Penso que a família e os amigos das pessoas que trabalham neste meio acabam por se habituar às ausências.”