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Não perca em 'Alma e Coração': Gonçalo deixa Diana à beira da morte

Depois de devolver Jaime ao mundo do crime, o vilão é roubado e faz a amada refém. Insatisfeito, manda raptá-la e deixa-a abandonada no meio do nada.

A maldade de Gonçalo não tem limites e, ao saber que Diana refez a sua vida ao lado de Jaime, vai tratar de prejudicar este amor, acabando por conseguir fazer com que o novo namorado da trapezista regresse ao mundo do crime. Mas Jaime também não é flor que se cheire e, depois de se envolver no assalto que o pai de Vitória preparou para que fosse apanhado e voltasse para a prisão, convence a amada a fugirem para Espanha. A trapezista aceita. Em busca do quadro que foi roubado nesse crime, o empresário manda então Samuel seguir a artista de circo.
Jaime desaparece
Ao alcançar a autocaravana, que se encontra num ermo, o bandido repara que Jaime não está e pergunta a Diana por ele. A mãe de Vitória, nervosa, pergunta a quem é que se refere e Samuel pergunta pelo quadro, começando a atirar objetos ao chão. “Eu não sei do que está a falar! Saia daqui”, responde a trapezista, agredindo o malvado. Os dois envolvem-se numa luta e o bandido espanca Diana e dá-lhe com a coronha da arma, fazendo com que esta caia, inconsciente. Preocupado, Samuel telefona a Gonçalo e diz-lhe que Jaime desapareceu. O vilão começa a discutir com o empregado. “Como é que tu vês duas pessoas a entrar para uma autocaravana e só está uma lá dentro? Foi um truque de ilusionismo, com certeza”, diz, sarcástico. Em seguida, o malvado pergunta onde está Diana e Samuel explica que a deixou dentro do veículo. “Ficou em mau estado?”, indaga. Samuel confirma. “Não fui meigo. Mas ficou viva”, justifica. “Quero-a desesperada, encurralada”, ordena Gonçalo.
Diana sem forças
Horas mais tarde, a trapezista começa a voltar a si. Ao levantar-se, vê um bilhete que lhe deixaram. “Avisa o Jaime que não volte a atraiçoar-nos. Queremos o quadro”, pode ler-se. Diana consegue erguer-se, mas tem as mãos e os pés amarrados com uma corda e fita adesiva a tapar-lhe a boca. Ela chora, desesperada. Fica a olhar para o telemóvel, que está partido e para a porta e tenta gritar, mas apenas se ouve o som de uma voz abafada.
Numa tentativa de sair dali, tenta arrastar-se pelo chão, contudo, desiste ao perceber que não vai conseguir ir longe. O tempo passa e a dor começa a dar lugar à raiva. Determinada, acaba por conseguir desamarrar a corda dos pulsos e retira a fita adesiva da boca. Em seguida, solta a corda que lhe ata os pés e precipita-se para a cabina do condutor. Mas não tem as chaves do veículo e volta a ver o seu mundo ruir. Ainda tenta abrir a porta, mas esta está trancada. Diana não se dá por vencida e pontapeia violentamente a porta, acabando por abri-la.
A mãe de Vitória corre pelo descampado e procura alguém que a possa ajudar. Todavia, devido à exaustão da noite que passou acordada e à dor que sente na zona onde foi agredida, começa a perder a energia. Tropeça e cai, desamparada. Sem forças para continuar, acaba por ver um caminho à sua frente. Ao chegar lá, não vê carros e grita, angustiada, percebendo que foi abandonada para morrer...