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Não perca em 'Alma e Coração': Diana reencontra a mãe

Cada vez mais assombrada por memórias, a trapezista descobre que a mulher que sempre achou que estava morta vive aprisionada numa clínica psiquiátrica. A emoção toma conta de ambas no reencontro.

(c).RuiCarlosMateus.1954

o reencontro Texto: Tiago Henriques Fotos: SIC DivulgaçãoA nova fase de “Alma e Coração” prometia muitas emoções e, em breve, vai ser pautada por mais um momento de viragem. Agora que já tem o marido a seu lado, Diana irá fazer de tudo para recuperar o Rodrigo do passado, só que está cada vez mais atormentada por uma música da sua infância que tem ouvido diversas vezes. E, na realidade, é tudo um sinal de que há alguém que aguarda por ser salva: a sua mãe!
Depois de muito procurar, Diana é chamada a uma unidade de saúde. Num quarto, Sara dorme, ainda sob o efeito de medicação. Tem um peluche junto a si quando batem suavemente à porta. A médica anuncia a chegada de alguém. Sara aproxima-se de Diana, chocada, e toca-lhe no rosto, como que a confirmar que ela está mesmo ali. “Mãe…?”, pergunta a mulher de Rodrigo, tentando controlar as lágrimas. “Benedita, meu amor!”, diz Sara, abraçando a filha.
A paciente não consegue parar de olhar para a trapezista, como se tivesse medo de que ela desaparecesse a qualquer momento. “Como é que… Tu estavas morta, eu vi a notícia, eu tenho aqui… recortei do jornal e tudo…”, refere Sara, mostrando os recortes das notícias que indicavam a sua morte. Diana explica-lhe o que se passou: “Precisei de me proteger, de fugir. Mudei de nome. É uma história tão longa que não quero falar dela agora. Só quero saber de ti. Durante toda a vida também pensei que tu e o pai tivessem morrido. O avô disse-me que vocês tinham morrido num acidente de carro...”, conta.
Toda a verdade
A expressão da mulher fecha-se e explica o que levou Albano a mentir: “Sempre sofri. Nunca fui uma pessoa equilibrada. Durante uns anos não estive medicada e o meu comportamento era complicado, para mim, para quem lidava comigo...”, relata, explicando porque está ali. “O teu avô internou-me à força. Andei anos medicada, sem conseguir pensar... Ele dava ordens aos médicos para me manterem assim. Mas, quando morreu, fui transferida da clínica do Porto, onde estava, para aqui”. A trapezista limpa-lhe as lágrimas, mas Sara continua. “Quero que saibas que nunca te abandonei. Ele é que nos afastou”, afirma. Diana ainda tenta saber informações sobre o seu verdadeiro pai, uma vez que descobriu que foi perfilhada, mas a mãe fica mais angustiada e a trapezista dá-lhe tempo, acabando por lhe contar que é avó. Ao ver fotografias de Vitória, a emoção toma conta de Sara, que quer conhecer a neta.

(c).RuiCarlosMateus.1954